Um workshop intensivo, ao vivo e online, para médicos que atendem dermatologia e querem aprender a manejar feridas com método, segurança e clareza clínica.


Você vê a lesão. Faz o diagnóstico. Mas na hora de conduzir, bate uma dúvida que a faculdade nunca respondeu direito:
Qual cobertura usar? Com que frequência trocar? Por que essa ferida não está cicatrizando? O que fazer quando piora?
A maioria dos médicos que atende dermatologia aprendeu a identificar doenças da pele. Mas manejo de feridas, na prática real, foi pouco ou quase nada na formação.
E aí chega o paciente com uma úlcera venosa, uma ferida cirúrgica que deisceu, uma lesão crônica que não fecha. E você faz o que sabe. Passa colagenase. Indica troca diária. E torce para melhorar.
Às vezes melhora. Às vezes não.
O problema não é falta de dedicação. É falta de método. E método se aprende.
Quando o médico não tem um raciocínio estruturado para avaliar e manejar feridas, algumas coisas acontecem na prática:

O Workshop Descomplicando Feridas na Dermatologia foi criado para médicos que atendem ou querem atender dermatologia clínica e precisam de um método prático para avaliar, classificar e conduzir feridas com mais segurança.
Em um dia intensivo, ao vivo, você vai aprender a olhar para uma ferida de forma sistemática, tomar decisões de cobertura com critério e entender por que algumas feridas não cicatrizam, mesmo com tratamento.
Não é um curso teórico. É raciocínio clínico aplicado, do tipo que você pode usar na segunda-feira de manhã.
7 blocos de raciocínio clínico aplicado. Do leito da ferida à decisão de cobertura.
Antes de escolher qualquer cobertura, você precisa saber o que está olhando. Avalie o leito, a borda, o exsudato, a pele perilesional e os fatores sistêmicos do paciente, de forma organizada e reproduzível.
O acrônimo internacional de referência para manejo de feridas difíceis de cicatrizar: Tecido, Inflamação/Infecção, Moisture (umidade), Borda, Reparo/Regeneração e Fatores Sociais. Na prática do consultório.
A maioria das feridas crônicas tem biofilme. Você vai entender o que ele faz, por que impede a cicatrização e como abordá-lo antes mesmo de escolher uma cobertura. Esse bloco muda a forma como você enxerga feridas que "não evoluem".
Protocolo atualizado de limpeza de feridas, incluindo o uso da solução de PHMB, técnica correta, temperatura dos produtos e o que a literatura mais recente mudou em relação ao que a maioria ainda pratica.
Hidrogel, colagenase, alginato, espumas com prata, curativos de barreira, coberturas com PHMB. A lógica de indicação de cada uma, as vantagens, as limitações e os erros mais comuns. Sem decoreba, com raciocínio.
Feridas pós-cirúrgicas, úlceras venosas, lesões em membros inferiores, complicações pós-procedimento. Como adaptar o raciocínio para os tipos de ferida mais frequentes no consultório de dermatologia.
Critérios práticos para saber quando o caso precisa de outro nível de cuidado, como identificar feridas de difícil cicatrização e como orientar o paciente sobre acompanhamento.
Ao vivo no Zoom, com manhã e tarde de conteúdo. Raciocínio clínico do início ao fim.
Rubelle Marques, médica dermatologista, e Simone R. Campos Maciel, enfermeira especialista no manejo de feridas.
Espaço dedicado para perguntas ao longo do dia. Interação real, não gravação passiva.
O conteúdo gravado fica disponível após o evento para revisão quando precisar.
Material clínico para usar diretamente na prática do consultório. Leve para o dia a dia.
Certificado de participação incluído na inscrição. Tudo em uma única compra.

Médica dermatologista apaixonada por sua área de atuação, com título de especialista pela SBD desde 2014 e mais de 12 anos de experiência na dermatologia clínica. Atuou em PSF e como professora de dermatologia. Acredita — e é prova viva — de que é possível viver da dermatologia clínica sem depender exclusivamente de procedimentos estéticos. Seu maior objetivo é ajudar médicos a atenderem casos do dia a dia de forma descomplicada e resolutiva.

Enfermeira formada em 2008 pela Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL) e Estomaterapeuta pela UFMG. Foi coordenadora do Serviço de Feridas do Município de Ibirité-MG por 6 anos, com vasta experiência em prática clínica em consultório de feridas e atendimentos domiciliares. Ministra aulas, palestras e mentorias sobre o tema.
Saber o nome da doença não é suficiente quando o paciente precisa cicatrizar. O que faz diferença na prática é saber avaliar o leito, entender o que está impedindo a cicatrização e tomar a decisão certa sobre cobertura, limpeza e acompanhamento.
Esse workshop existe para dar exatamente isso: um método claro, baseado em evidências, que você pode usar no dia seguinte ao evento.
As inscrições estão abertas. As vagas são limitadas.
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